terça-feira, 4 de janeiro de 2011

CONHEÇA AS 20 METAS PARA A EDUCAÇÃO NO PNE 2011-2020

Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de Educação Infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
Meta 2: Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda população de 6 a 14 anos.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos de idade.
Meta 6: Oferecer Educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de Educação Básica.
Meta 7: Atingir as seguintes médias nacionais para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb):
Ideb

2011

2013

2015

2017

2019

2021

Anos iniciais do ensino fundamental

4,6

4,9

5,2

5,5

5,7

6,0

Anos finais do ensino fundamental

3,9

4,4

4,7

5,0

5,2

5,5

Ensino médio

3,7

3,9

4,3

4,7

5,0

5,2

 
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de Educação de Jovens e Adultos na forma integrada à Educação profissional nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio.
Meta 11: Duplicar as matrículas da Educação Profissional Técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13: Elevar a qualidade da Educação Superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de Educação Superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores.
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de60 mil mestres e 25 mil doutores.
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, que todos os professores da Educação Básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
Meta 16: Formar 50% dos professores da Educação Básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.
Meta 17: Valorizar o magistério público da Educação Básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em Educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do produto interno bruto do País.

Veja comentários sobre o PNE 2011-2020

 Veja os comentários do Todos Pela Educação sobre o PNE 2011-2020
 
João Bittar/MEC

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta quarta-feira (15/12/2010), o Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020, e o Todos Pela Educação traz seu posicionamento sobre o conteúdo do documento. O texto ainda deverá passar pela avaliação dos parlamentares no Congresso para, então, servir como diretriz para todas as políticas públicas educacionais do País.
Baixe o PNE 2011-2020 aqui
Confira as metas do novo Plano

De acordo com Priscila Cruz, diretora-executiva do movimento, o Plano dá "grande ênfase à Educação Básica", o que é fundamental para que toda criança e jovem tenha direito a um aprendizado com qualidade. "Se este Plano for cumprido, o País vai entrar em outro patamar na Educação. O texto está na direção correta."
"Alguns dos pontos positivos do texto são a preocupação em diminuir as desigualdades educacionais no País e, ao mesmo tempo, em elevar a qualidade da Educação; a valorização do magistério; e uma possibilidade de maior participação da sociedade para a garantia do direito ao ensino de qualidade, por trazer poucas metas e um texto objetivo e de fácil entendimento", aponta.
No entanto, adverte Priscila, falta ao texto destacar quais as consequências pelo não cumprimento das metas estratégicas. "O plano ainda carece de pontuar a responsabilização das ações na Educação. Em três estratégias específicas há a priorização de transferências voluntárias de recursos para estados e municípios que cumprirem metas. Mas essa responsabilização não ocorre para o PNE como um todo", explica.
Veja abaixo os destaques do movimento sobre o PNE 2011-2020:
Definição de currículo
"A estratégia 2.12 determina que as expectativas de aprendizagem para todos os anos do Ensino Fundamental estejam definidas até dezembro de 2012. Esse ponto é foco da Bandeira 1 do Todos Pela Educação, que trata do currículo. Toda criança e jovem do País deve ter o direito a certas habilidades e competências – e isso precisa ser especificado", diz Priscila 
Alfabetização até os 8 anos
A meta 5 do PNE é exatamente a Meta 2 do Todos Pela Educação, e determina que toda criança seja alfabetizada até os 8 anos de idade. "Essa alfabetização é precondição para garantir o aprendizado em todas as séries", aponta Priscila. Uma das estratégias que compõem esta meta é a criação e aplicação de um exame específico para aferir a alfabetização das crianças.
O Todos Pela Educação em parceria com o Inep [Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira], Cesgranrio e o Instituto Paulo Montenegro contribui para a efetivação desta estratégia.
"No início do ano que vem será aplicado um exame, adaptando a escala do Saeb, para verificar como está a alfabetização no País das crianças de 8 anos. Esta experiência pode servir como incubadora para a nova avaliação que o Inep deverá conduzir", afirma Priscila.
Valorização do Professor
Uma tônica do texto é a valorização dos profissionais da Educação. "Este ponto é muito importante, porque não existe Educação de qualidade sem professores de qualidade. É um eixo fundamental para qualquer avanço na qualidade da Educação para todos", aponta o conselheiro do movimento, Mozart Neves Ramos.
A elevação do piso salarial do professor e uma carreira capaz de atrair os bons profissionais do Brasil, além de constarem no texto do PNE, fazem parte da Bandeira 2 do Todos Pela Educação. O movimento também defende a revisão curricular dos cursos de formação de professores – o que também está contido no anexo de metas do plano.
Universalização do acesso à escola
As metas 1, 2 e 3 do novo PNE tratam da universalização do acesso à escola de 4 a 17 anos, tema da Meta 1 do Todos Pela Educação.
No País, 91,9% das crianças e jovens de 4 a 17 anos frequentam instituições de ensino, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009.
Qualidade da Educação
A meta 7 do PNE 2011-2020 estabelece uma meta de aumento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede o aprendizado e o fluxo de estudantes na Educação do País. Com isso, trata também das Metas 3 e 4 do movimento – sobre qualidade da aprendizagem e conclusão dos estudos na idade adequada.
Para o movimento faltou ao plano uma estratégia para melhorar a comunicação dos resultados do Ideb. Os professores e gestores precisam ter ferramentas para se apropriarem do índice e reverter esse conhecimento em melhorias para a Educação.
Ampliação da jornada escolar
O movimento defende, em sua Bandeira 5, o aumento da exposição do estudante à aprendizagem e este tema é tratado na meta 6 do plano, que diz que a Educação em tempo integral deverá atingir 50% das escolas públicas.
"É preciso apenas fazer uma ressalva neste ponto do PNE. É importante que esta ampliação de turno esteja sob os princípios da superação das desigualdades educacionais e da melhoria da qualidade do ensino", pondera Priscila.
Fortalecimento da cooperação entre a União, estados e municípios
"O texto do PNE destaca o regime de colaboração entre os entes federados e fortalece a ideia de que não é possível melhorar a Educação sem uma ação articulada em todos os níveis de poder responsáveis pela oferta do ensino e pela formação do magistério", afirma Mozart.
Financiamento
A Meta 5 do movimento determina que o investimento em Educação seja ampliado e bem gerido. A questão foi contemplada no PNE, que estabelece que, até 2020, o investimento em Educação atinja 7% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa meta de investimento poderá ser revista ao longo da década – e aumentada, caso necessário.
Neste ponto há uma preocupação do movimento: "Seria interessante saber o quanto desse montante de recursos deverá ser utilizado na Educação Básica", diz Mozart.

Movimento lança 5 Bandeiras de atuação pela Educação brasileira

O objetivo é acelerar o cumprimento das 5 Metas do Todos Pela Educação

 
Movimento lança 5 Bandeiras de atuação pela Educação brasileira
 
Divulgação/TPE

O Todos Pela Educação lançou, na quarta-feira (1º/12/2010), 5 Bandeiras norteadoras da atuação para os próximos anos. "Elas tratam de assuntos fundamentais para que o Brasil consiga cumprir as 5 Metas, de acesso à escola, alfabetização, aprendizagem, conclusão do ensino e financiamento", explica Priscila Cruz, diretora-executiva do movimento [na foto ao lado]. "O Todos Pela Educação sentiu que não basta só focar das Metas, é preciso também indicar os caminhos de atuação."
As 5 Bandeiras são as seguintes:
1- Currículo: o País precisa ter um currículo nacional, com as expectativas de aprendizagem dos alunos por série/ciclo.
2- Valorização dos professores: o magistério deve ter uma formação adequada, com foco na aprendizagem dos alunos, além de contar com uma carreira mais atraente.
3- Fortalecimento do papel das avaliações: as provas aplicadas para medir a qualidade da Educação devem orientar as políticas públicas e as práticas pedagógicas. Por isso, é necessário que elas forneçam informações aos professores e aos gestores sobre o que os alunos aprenderam e deixaram de aprender.
4- Responsabilização dos gestores: os gestores brasileiros devem ser apoiados, mas também responsabilizados pelo desempenho dos alunos.
5- Melhora das condições para a aprendizagem: o País deve ampliar a exposição dos alunos à aprendizagem por meio do cumprimento das quatro horas diárias obrigatórias e da ampliação do turno de ensino, com utilização do contraturno para reforço escolar e recuperação.

As Metas do movimento são as seguintes:
Meta 1 – Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola.

Meta 2 – Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos.
Meta 3 – Todo aluno com aprendizado adequado à sua série.
Meta 4 – Todo jovem com o Ensino Médio concluído até os 19 anos.
Meta 5 – Investimento em Educação ampliado e bem gerido.
O Todos Pela Educação é um movimento que conta com a participação da sociedade civil, de gestores públicos de Educação, da iniciativa privada e de especialistas. O principal objetivo é ajudar na garantia do direito de todas as crianças e jovens a uma Educação de qualidade até  2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil.  

MEC homologa diretrizes para o Ensino Fundamental de nove anos

Segundo o documento, todas as crianças devem ser alfabetizadas até o 3º ano.
 
O Ministério da Educação (MEC) homologou as diretrizes para o Ensino Fundamental de nove anos, elaboradas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Com isso, o documento vai se tornar a resolução número 7 de 2010. Segundo o relator do parecer na Câmara de Educação Básica (CEB) e integrante do Conselho de Governança do Todos Pela Educação, Cesar Callegari, o texto deverá servir de base para a elaboração do currículo em todas as escolas do País já no início de 2011.
Baixe o parecer do CNE aqui
 Dentre os pontos de destaque, de acordo com Callegari, estão a obrigatoriedade da alfabetização das crianças até o 3º ano do Ensino Fundamental e o estabelecimento de expectativas de aprendizagem nacionais.
"Na resolução, estamos dizendo clara e objetivamente que as escolas, os professores e as famílias devem se valer de todos os meios para garantir a plena alfabetização e o efetivo aprendizado de todos os conteúdos", explica. "Os três primeiros anos do Esino Fundamental devem ser considerados como um ciclo, que não tenha reprovação, mas que não tenha aprovação automática. A criança deve ter o aprendizado efetivo. Não podemos pôr as crianças precipício abaixo, quando são reprovadas ou quando há descomprimisso no aprendizado."
Outra novidade, aponta o conselheiro do CNE, é a fixação das expectativas de aprendizagem: "Todas as crianças brasileiras, onde quer que estejam, têm o direito à aquisição de certas habilidades. Por isso, a resolução diz que o MEC, com base em consultas públicas, deve trabalhar nelas", afirma.
As novas diretrizes são quase uma "lição de férias" para os professores, diretores, coordenadores e secretários de Educação brasileiros. "Elas devem ser o capítulo de abertura do ano letivo de 2011e estar presentes nos processos de formação continuada das equipes docentes e técnicas de todas as escolas. São importantes para a organização curricular e do trabalho educacional", aponta Callegari.
Metas do Todos Pela Educação
O letramento até o 3º ano do Ensino Fundamental constitui o foco da Meta 2 do Todos Pela Educação, que determina que toda criança esteja plenamente alfabetizada até os 8 anos.
Já as expectativas de aprendizagem nacionais fazem parte da Bandeira 1 de atuação do movimento nos próximos anos. Lançada no dia 1º, esta Bandeira defende um currículo nacional, para que todos os estudantes tenham garantido o direito à aprendizagem

rasil é o 53º em leitura e o 57º em matemática em ranking do Pisa 2009

Avaliação da OCDE mediu a Educação em 65 economias do mundo

 Brasil é o 53º em leitura e o 57º em matemática em ranking do Pisa 2009
O Brasil assumiu a 53ª posição em leitura e ciências, e o 57º lugar em matemática no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), divulgado nesta terça-feira (7/12/2010). O exame é aplicado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e verificou a situação educacional de 65 economias do mundo.
Baixe aqui o sumário executivo do Pisa 2009
O desempenho dos estudantes brasileiros melhorou nas três disciplinas, com relação a 2006. De 2000 a 2009, a performance dos brasileiros passou de 396 para 412 pontos em leitura; de 334 para 386, em matemática; e de 375 para 405 pontos em ciências. Veja abaixo o quadro resumido com a pontuação do País
 

Desempenho do Brasil

 

Leitura

Matemática

Ciências

2009

412

386

405

2006

393

370

390

2003

403

356

390

2000

396

334

375

 Para Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos Pela Educação, o crescimento ao longo dos anos é positivo, no entanto, é necessário cautela na comemoração. "Quando o desempenho é muito ruim, uma evolução é esperada. O grande desafio é manter e acelerar o ritmo da melhora educacional", aponta.

O Ministério da Educação (MEC) calculou a média geral do Brasil somando a nota das três áreas e dividindo por três. Com isso, a nota geral do Brasil seria 401 pontos – bem abaixo da média dos países desenvolvidos, que é de 496 pontos.
Veja o ranking geral abaixo:
  

Ranking do Pisa 2009

Economias

Leitura

Matemática

Ciências

Xangai-China

556

600

575

Coreia

539

546

538

Finlândia

536

541

554

Hong Kong-China

533

555

549

Singapura

526

562

542

Canadá

524

527

529

Nova Zelândia

521

519

532

Japão

520

529

539

Austrália

515

514

527

Holanda

508

526

522

Bélgica

506

515

507

Noruega

503

498

500

Suíça

501

534

517

Estônia

501

512

528

Islândia

500

507

496

Polônia

500

495

508

Estados Unidos

500

487

502

Liechtenstein

499

536

520

Alemanha

497

513

520

Suécia

497

494

495

França

496

497

498

Irlanda

496

487

508

Taipei - China

495

543

520

Dinamarca

495

503

499

Reino Unido

494

492

514

Hungria

494

490

503

Portugal

489

487

493

Macau - China

487

525

511

Itália

486

483

489

Letônia

484

482

494

Eslovênia

483

501

512

Grécia

483

466

470

Espanha

481

483

488

República Tcheca

478

493

500

República Eslovaca

477

497

490

Croácia

476

460

486

Israel

474

447

455

Luxemburgo

472

489

484

Áustria

470

496

494

Lituânia

468

477

491

Turquia

464

445

454

Rússia

459

468

478

Dubai (Emirados Árabes Unidos)

459

453

466

Chile

449

421

447

Sérvia

442

442

443

Bulgária

429

428

439

Uruguai

426

427

427

México

425

419

416

Romênia

424

427

428

Tailândia

421

419

425

Trinidad e Tobago

416

414

410

Colômbia

413

381

402

Brasil

412

386

405

Montenegro

408

403

401

Jordânia

405

387

415

Tunísia

404

371

401

Indonésia

402

371

383

Argentina

398

388

401

Cazaquistão

390

405

400

Albânia

385

377

391

Catar

372

368

379

Panamá

371

360

376

Peru

370

365

369

Azerbaijão

362

431

373

Quirguistão

314

331

330

 Metodologia
O Pisa, segundo a OCDE, tem como objetivo ajudar os países a verificarem como seus sistemas educacionais estão na comparação global dos quesitos qualidade, equidade e eficiência. Os melhores sistemas educacionais podem servir de inspiração para ajudar os estudantes a aprenderem melhor, os professores, a ensinarem melhor e os sistemas a se tornarem mais efetivos.
O foco principal do Pisa 2009 foi leitura. O levantamento também atualizou o desempenho dos estudantes em matemática e ciências. A avaliação mede o conhecimento nas três áreas sempre com foco na reflexão e na aplicação em questões da vida prática.  
Aproximadamente 470 mil estudantes realizaram a avaliação de 2009 – que representam cerca de 26 milhões de jovens de 15 anos das escolas das 65 economias participantes. Cerca de 20 mil estudantes brasileiros nascidos em 1993 responderam as provas de leitura, matemática e ciências.
Cada aluno passou duas horas para responder perguntas de leitura, matemática e ciências. O exame tem perguntas discursivas, que exigem respostas escritas, e também testes de múltipla escolha. 
 

DADOS EDUCACIONAIS BREJNHO

Brejinho

Nota Informativa
 
Renda média representa a renda per capita, total da renda do município dividida pelo total de habitantes do município.

11.575 (2010)
3.395 (2000)
R$ 45.213,06 (2007)
R$ 92,77 (2000)
IBGE

Renda média representa a renda per capita, total da renda do município dividida pelo total de habitantes do município.
 
 
Meta 3: Desempenho
Nota Informativa: SAEB/INEP
Pontuação mínima na escala do Saeb, estabelecida pelo Todos Pela Educação como adequada a cada série:
4a série EF - Língua Portuguesa: acima de 200 pontos. Matemática: acima de 225 pontos.
8a série EF - Língua Portuguesa: acima de 275 pontos. Matemática: acima de 300 pontos.
3a série EM - Língua Portuguesa: acima de 300 pontos. Matemática: acima de 350 pontos.

Os dados Brasil referem-se a escolas federais, estaduais, municipais e privadas, das áreas urbana e rural.
Os dados de regiões e estados referem-se a escolas estaduais, municipais e privadas, da área urbana.
Os dados de municípios referem-se a escolas federais, estaduais e municipais da área urbana.


  4ª/5º EF - Port. 4ª/5º EF - Mat. 8ª/9º EF - Port. 8ª/9º EF - Mat. 3ª EM - Port. 3ª EM - Mat.
Brejinho (2007) 4,1 % 8,6 % 4,5 % 1,8 % - -
Rio Grande do Norte (2009) 21,3 % 17,8 % 20,5 % 12,2 % 19,6 % 5,8 %
Região Nordeste (2009) 23,8 % 20,0 % 19,3 % 10,2 % 22,1 % 6,8 %
Brasil (2009) 34,2 % 32,6 % 26,3 % 14,8 % 28,9 % 11,0 %
Fonte: SAEB/INEP
Pontuação mínima na escala do Saeb, estabelecida pelo Todos Pela Educação como adequada a cada série:
4a série EF - Língua Portuguesa: acima de 200 pontos. Matemática: acima de 225 pontos.
8a série EF - Língua Portuguesa: acima de 275 pontos. Matemática: acima de 300 pontos.
3a série EM - Língua Portuguesa: acima de 300 pontos. Matemática: acima de 350 pontos.

Os dados Brasil referem-se a escolas federais, estaduais, municipais e privadas, das áreas urbana e rural.
Os dados de regiões e estados referem-se a escolas estaduais, municipais e privadas, da área urbana.
Os dados de municípios referem-se a escolas federais, estaduais e municipais da área urbana.

 
Crianças cujos pais têm menos de 4 anos de estudo
Nota Informativa: UNICEF

  Pai Mãe
Brejinho (2004) 63,7 % 54,2 %
Rio Grande do Norte (2006) 36,9 % 23,4 %
Região Nordeste (2006) 41,7 % 28,3 %
Brasil (2006) 23,5 % 16,8 %
Fonte: UNICEF
População
Nota Informativa: IBGE

Brejinho (2010) 11.575
Rio Grande do Norte (2010) 3.168.133
Região Nordeste (2010) 53.078.137
Brasil (2010) 190.732.694
Fonte: IBGE
População em idade escolar
Nota Informativa: IBGE
Para o ano de 2007, 128 municípios e o Distrito Federal não participaram da Contagem Populacional realizada pelo IBGE. Dessa forma, o número de habitantes da Região Centro Oeste e do Brasil, estão subestimados.

  0 a 3 anos 4 a 6 anos 7 a 14 anos 15 a 17 anos Total 4 a 17 anos
Brejinho (2000) 907 742 1.949 704 3.395
Rio Grande do Norte (2007) 186.978 153.479 459.282 170.599 783.360
Região Nordeste (2007) 2.748.658 2.307.108 6.658.440 2.480.205 11.445.753
Brasil (2007) 6.944.653 5.775.638 16.985.542 6.314.739 29.075.919
Fonte: IBGE
Para o ano de 2007, 128 municípios e o Distrito Federal não participaram da Contagem Populacional realizada pelo IBGE. Dessa forma, o número de habitantes da Região Centro Oeste e do Brasil, estão subestimados.
População escolar (4-17) / população total
Nota Informativa: IBGE
Para o ano de 2007, utilizamos os dados de população em idade escolar da pesquisa de Contagem Populacional realizada pelo IBGE, em que 128 municípios e o Distrito Federal não participaram. Dessa forma, esse indicador é sub-estimado para o a Região Centro-Oeste e Brasil.

Brejinho (2000) 32,9 %
Rio Grande do Norte (2007) 26,0 %
Região Nordeste (2007) 22,2 %
Brasil (2007) 15,8 %
Fonte: IBGE
Para o ano de 2007, utilizamos os dados de população em idade escolar da pesquisa de Contagem Populacional realizada pelo IBGE, em que 128 municípios e o Distrito Federal não participaram. Dessa forma, esse indicador é sub-estimado para o a Região Centro-Oeste e Brasil.
 
Matrículas
Nota Informativa: MEC/INEP

  Creche Pré-Escola Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Brejinho (2009) 206 425 1.400 1.042 444
Rio Grande do Norte (2009) 47.300 90.285 307.893 246.479 145.296
Região Nordeste (2009) 441.161 1.657.306 5.553.562 4.352.695 2.345.926
Brasil (2009) 1.896.363 4.866.268 17.295.618 14.409.910 7.966.794
Fonte: MEC/INEP
 
Alunos no turno noturno (%)
Nota Informativa: MEC/INEP

  Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Brejinho (2007) - 43,9 % 58,0 %
Rio Grande do Norte (2009) 0,2 % 7,6 % 41,9 %
Região Nordeste (2009) 0,6 % 8,5 % 40,0 %
Brasil (2009) 0,4 % 4,4 % 37,0 %
Fonte: MEC/INEP
Média de alunos por turma e horas-aula diárias
Nota Informativa
 
Média de horas-aula diária
MEC/INEP
 
Média de alunos por turma
MEC/INEP/DTDIE

  Creche Pré-Escola Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Média de horas-aula diária (2008) 5,5 4,4 4,5 4,4 4,3
Rio Grande do Norte (2009) 5,0 4,4 4,4 4,4 4,1
Região Nordeste (2009) 5,6 4,1 4,1 4,2 4,2
Brasil (2009) 7,8 4,7 4,3 4,5 4,5
Média de alunos por turma (2009) 23,0 19,0 37,0 24,0 34,0
Rio Grande do Norte (2009) 20,5 19,5 23,2 28,6 34,3
Região Nordeste (2009) 19,9 18,8 23,8 29,6 33,2
Brasil (2009) 15,3 19,1 24,2 29,6 32,1
Média de horas-aula diária - Fonte: MEC/INEP
 
Média de alunos por turma - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
Taxas de aprovação, abandono, evasão, promoção, repetência, reprovação e distorção idade-série
Nota Informativa
 
Taxa de distorção idade-série
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de abandono
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de aprovação
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de reprovação
MEC/INEP/DTDIE

  Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Taxa de distorção idade-série (2009) 25,8 % 48,2 % 38,7 %
Rio Grande do Norte (2009) 34,2 % 28,1 % 36,9 %
Região Nordeste (2009) 32,5 % 32,5 % 40,2 %
Brasil (2009) 23,0 % 25,0 % 30,4 %
Taxa de abandono (2009) 5,0 % 15,4 % 15,6 %
Rio Grande do Norte (2009) 3,8 % 9,9 % 20,9 %
Região Nordeste (2009) 4,0 % 8,9 % 16,4 %
Brasil (2009) 2,3 % 5,3 % 11,5 %
Taxa de aprovação (2009) 79,3 % 66,3 % 81,9 %
Rio Grande do Norte (2009) 83,2 % 70,0 % 71,1 %
Região Nordeste (2009) 83,6 % 75,5 % 74,3 %
Brasil (2009) 88,5 % 81,3 % 75,9 %
Taxa de reprovação (2009) 15,7 % 18,3 % 2,5 %
Rio Grande do Norte (2009) 13,0 % 20,1 % 8,0 %
Região Nordeste (2009) 12,4 % 15,6 % 9,3 %
Brasil (2009) 9,2 % 13,4 % 12,6 %
Taxa de distorção idade-série - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de abandono - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de aprovação - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de reprovação - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Prova Brasil (desempenho médio)
Nota Informativa: MEC/INEP
A Prova Brasil é uma avaliação realizada a cada dois anos pelo Ministério da Educação. Ela mede o desempenho dos alunos da 4ª e da 8ª séries do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa e Matemática nas escolas públicas e urbanas.
A pontuação mínima estabelecida pelo Todos Pela Educação como adequada a cada série é:
- 4ª série - Língua Portuguesa: 200 pontos; Matemática: 225 pontos
- 8ª série - Língua Portuguesa: 275 pontos; Matemática: 300 pontos

  4ª/5º EF - Port. 4ª/5º EF - Mat. 8ª/9º EF - Port. 8ª/9º EF - Mat.
Brejinho (2009) 159,1 173,2 222,9 221,0
Fonte: MEC/INEP
A Prova Brasil é uma avaliação realizada a cada dois anos pelo Ministério da Educação. Ela mede o desempenho dos alunos da 4ª e da 8ª séries do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa e Matemática nas escolas públicas e urbanas.
A pontuação mínima estabelecida pelo Todos Pela Educação como adequada a cada série é:
- 4ª série - Língua Portuguesa: 200 pontos; Matemática: 225 pontos
- 8ª série - Língua Portuguesa: 275 pontos; Matemática: 300 pontos
 
IDEB
Nota Informativa: MEC/INEP
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um indicador da qualidade da Educação desenvolvido pelo Ministério da Educação. Seus valores variam de 1 a 10, e o objetivo do MEC é que o Brasil alcance o Ideb 6, no Ensino Fundamental I, até 2022.
Para o Ensino Fundamental, os dados do Brasil e Regiões englobam escolas públicas (urbanas e rurais) e escolas privadas (urbanas e rurais). Para as Unidades da Federação foram consideradas as escolas públicas (urbanas e rurais) e escolas privadas (urbanas e rurais), com exceção dos estados da Região Norte, em que a rede privada não foi incluída por questões amostrais. Para municípios foram consideradas apenas as escolas públicas no cálculo do Ideb.
Para o Ensino Médio, os dados do Brasil e Regiões englobam escolas públicas e particulares da zona urbana. Para as Unidades da Federação foram consideradas as escolas públicas e privadas da zona urbana, com exceção dos estados da Região Norte, em que a rede privada não foi incluída por questões amostrais. Para o Ensino Médio, o Ideb só pode ser calculado para Unidade da Federação, Região e Brasil.
Os dados por Escola, se referem às escolas públicas que oferecem Ensino Fundamental regular e possuam pelo menos 20 alunos matriculados nas séries avaliadas (4ª série/5 º ano e 8ª série/9º ano), conforme declaração prestada ao Censo Escolar.

  Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Brejinho (2009) 3,3 2,7 -
Rio Grande do Norte (2009) 3,9 3,3 3,1
Região Nordeste (2009) 3,8 3,4 3,3
Brasil (2009) 4,6 4,0 3,6
Fonte: MEC/INEP
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um indicador da qualidade da Educação desenvolvido pelo Ministério da Educação. Seus valores variam de 1 a 10, e o objetivo do MEC é que o Brasil alcance o Ideb 6, no Ensino Fundamental I, até 2022.
Para o Ensino Fundamental, os dados do Brasil e Regiões englobam escolas públicas (urbanas e rurais) e escolas privadas (urbanas e rurais). Para as Unidades da Federação foram consideradas as escolas públicas (urbanas e rurais) e escolas privadas (urbanas e rurais), com exceção dos estados da Região Norte, em que a rede privada não foi incluída por questões amostrais. Para municípios foram consideradas apenas as escolas públicas no cálculo do Ideb.
Para o Ensino Médio, os dados do Brasil e Regiões englobam escolas públicas e particulares da zona urbana. Para as Unidades da Federação foram consideradas as escolas públicas e privadas da zona urbana, com exceção dos estados da Região Norte, em que a rede privada não foi incluída por questões amostrais. Para o Ensino Médio, o Ideb só pode ser calculado para Unidade da Federação, Região e Brasil.
Os dados por Escola, se referem às escolas públicas que oferecem Ensino Fundamental regular e possuam pelo menos 20 alunos matriculados nas séries avaliadas (4ª série/5 º ano e 8ª série/9º ano), conforme declaração prestada ao Censo Escolar.
 
Produto Interno Bruto (PIB)
Nota Informativa: IBGE

Brejinho (2007) R$ 45.213,06
Rio Grande do Norte (2008) R$ 25.481.448,00
Região Nordeste (2008) R$ 397.502.594,00
Brasil (2009) R$ 3.143.014.695,00
Fonte: IBGE
Renda Domiciliar Per Capita
Nota Informativa: IBGE
Para Brasil, Estados e Regiões Administrativas, esse indicador representa a renda domiciliar per capita, ou seja, a média da renda total dos domicílios dividida pelo total de moradores dos domicílios. Para os Municípios esse indicador representa a renda per capita, total da renda do município dividida pelo total de habitantes do município.

Brejinho (2000) R$ 92,77
Rio Grande do Norte (2009) R$ 458,00
Região Nordeste (2009) R$ 396,00
Brasil (2009) R$ 632,00
Fonte: IBGE
Para Brasil, Estados e Regiões Administrativas, esse indicador representa a renda domiciliar per capita, ou seja, a média da renda total dos domicílios dividida pelo total de moradores dos domicílios. Para os Municípios esse indicador representa a renda per capita, total da renda do município dividida pelo total de habitantes do município.
 

ANÁLISE DOS DADOS EDUCACIONAIS NO RN.


Renda média representa a renda domiciliar per capita, ou seja, a média da renda total dos domicílios dividida pelo total de moradores dos domicílios.

Rio Grande do Norte
3.168.133 (2010)
783.360 (2007)
R$ 25.481.448,00 (2008)
R$ 458,00 (2009)
IBGE

10 a 14 anos: 5,9 %
15 ou mais: 18,1 %
PNAD/IBGE - 2009

No total da População em idade escolar calculada para 2007, 128 municípios e o Distrito Federal não participaram da Contagem Populacional realizada pelo IBGE. Dessa forma, o número de habitantes da Região Centro Oeste e do Brasil, estão subestimados.
Renda média representa a renda domiciliar per capita, ou seja, a média da renda total dos domicílios dividida pelo total de moradores dos domicílios.
 
Meta 1: Atendimento
Nota Informativa: PNAD/IBGE
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) por não ser censitária fornece apenas resultados da Meta 1 para unidades da federação, para as regiões e para o Brasil.

  4 a 6 anos 7 a 14 anos 15 a 17 anos 4 a 17 anos
Rio Grande do Norte (2009) 87,3 % 96,5 % 78,4 % 90,3 %
Região Nordeste (2009) 89,0 % 97,7 % 81,1 % 92,3 %
Brasil (2009) 84,6 % 97,9 % 82,2 % 91,9 %
Fonte: PNAD/IBGE
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) por não ser censitária fornece apenas resultados da Meta 1 para unidades da federação, para as regiões e para o Brasil.
Meta 3: Desempenho
Nota Informativa: SAEB/INEP
Pontuação mínima na escala do Saeb, estabelecida pelo Todos Pela Educação como adequada a cada série:
4a série EF - Língua Portuguesa: acima de 200 pontos. Matemática: acima de 225 pontos.
8a série EF - Língua Portuguesa: acima de 275 pontos. Matemática: acima de 300 pontos.
3a série EM - Língua Portuguesa: acima de 300 pontos. Matemática: acima de 350 pontos.

Os dados Brasil referem-se a escolas federais, estaduais, municipais e privadas, das áreas urbana e rural.
Os dados de regiões e estados referem-se a escolas estaduais, municipais e privadas, da área urbana.
Os dados de municípios referem-se a escolas federais, estaduais e municipais da área urbana.


  4ª/5º EF - Port. 4ª/5º EF - Mat. 8ª/9º EF - Port. 8ª/9º EF - Mat. 3ª EM - Port. 3ª EM - Mat.
Rio Grande do Norte (2009) 21,3 % 17,8 % 20,5 % 12,2 % 19,6 % 5,8 %
Região Nordeste (2009) 23,8 % 20,0 % 19,3 % 10,2 % 22,1 % 6,8 %
Brasil (2009) 34,2 % 32,6 % 26,3 % 14,8 % 28,9 % 11,0 %
Fonte: SAEB/INEP
Pontuação mínima na escala do Saeb, estabelecida pelo Todos Pela Educação como adequada a cada série:
4a série EF - Língua Portuguesa: acima de 200 pontos. Matemática: acima de 225 pontos.
8a série EF - Língua Portuguesa: acima de 275 pontos. Matemática: acima de 300 pontos.
3a série EM - Língua Portuguesa: acima de 300 pontos. Matemática: acima de 350 pontos.

Os dados Brasil referem-se a escolas federais, estaduais, municipais e privadas, das áreas urbana e rural.
Os dados de regiões e estados referem-se a escolas estaduais, municipais e privadas, da área urbana.
Os dados de municípios referem-se a escolas federais, estaduais e municipais da área urbana.

Meta 4: Conclusão
Nota Informativa: PNAD/IBGE
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) por não ser censitária fornece apenas resultados da Meta 4 para unidades da federação, para as regiões e para o Brasil.

  Jovens de 16 anos que concluíram o EF Jovens de 19 anos que concluíram o EM
Rio Grande do Norte (2009) 54,7 % 35,2 %
Região Nordeste (2009) 49,1 % 37,1 %
Brasil (2009) 63,4 % 50,2 %
Fonte: PNAD/IBGE
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) por não ser censitária fornece apenas resultados da Meta 4 para unidades da federação, para as regiões e para o Brasil. 
Crianças cujos pais têm menos de 4 anos de estudo
Nota Informativa: UNICEF

  Pai Mãe
Rio Grande do Norte (2006) 36,9 % 23,4 %
Região Nordeste (2006) 41,7 % 28,3 %
Brasil (2006) 23,5 % 16,8 %
Fonte: UNICEF
População
Nota Informativa: IBGE

Rio Grande do Norte (2010) 3.168.133
Região Nordeste (2010) 53.078.137
Brasil (2010) 190.732.694
Fonte: IBGE
População em idade escolar
Nota Informativa: IBGE
Para o ano de 2007, 128 municípios e o Distrito Federal não participaram da Contagem Populacional realizada pelo IBGE. Dessa forma, o número de habitantes da Região Centro Oeste e do Brasil, estão subestimados.

  0 a 3 anos 4 a 6 anos 7 a 14 anos 15 a 17 anos Total 4 a 17 anos
Rio Grande do Norte (2007) 186.978 153.479 459.282 170.599 783.360
Região Nordeste (2007) 2.748.658 2.307.108 6.658.440 2.480.205 11.445.753
Brasil (2007) 6.944.653 5.775.638 16.985.542 6.314.739 29.075.919
Fonte: IBGE
Para o ano de 2007, 128 municípios e o Distrito Federal não participaram da Contagem Populacional realizada pelo IBGE. Dessa forma, o número de habitantes da Região Centro Oeste e do Brasil, estão subestimados.
População escolar (4-17) / população total
Nota Informativa: IBGE
Para o ano de 2007, utilizamos os dados de população em idade escolar da pesquisa de Contagem Populacional realizada pelo IBGE, em que 128 municípios e o Distrito Federal não participaram. Dessa forma, esse indicador é sub-estimado para o a Região Centro-Oeste e Brasil.

Rio Grande do Norte (2007) 26,0 %
Região Nordeste (2007) 22,2 %
Brasil (2007) 15,8 %
Fonte: IBGE
Para o ano de 2007, utilizamos os dados de população em idade escolar da pesquisa de Contagem Populacional realizada pelo IBGE, em que 128 municípios e o Distrito Federal não participaram. Dessa forma, esse indicador é sub-estimado para o a Região Centro-Oeste e Brasil.

Matrículas
Nota Informativa: MEC/INEP

  Creche Pré-Escola Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Rio Grande do Norte (2009) 47.300 90.285 307.893 246.479 145.296
Região Nordeste (2009) 441.161 1.657.306 5.553.562 4.352.695 2.345.926
Brasil (2009) 1.896.363 4.866.268 17.295.618 14.409.910 7.966.794
Fonte: MEC/INEP
Taxa de Analfabetismo
Nota Informativa: PNAD/IBGE

  10 a 14 anos 15 anos ou mais
Rio Grande do Norte (2009) 5,9 % 18,1 %
Região Nordeste (2009) 4,7 % 18,7 %
Brasil (2009) 2,5 % 9,7 %
Fonte: PNAD/IBGE
Taxa de Escolarização
Nota Informativa: PNAD/IBGE; Elaborado por INEP/DTDIE

  Bruta - Pré-escola Líquida - Pré-escola Bruta - EF Líquida - EF Bruta - EM Líquida - EM
Rio Grande do Norte (2006) 72,3 % 68,8 % 122,3 % 94,3 % 74,7 % 34,1 %
Região Nordeste (2006) 75,7 % 67,7 % 124,2 % 93,4 % 76,8 % 33,1 %
Brasil (2006) 70,2 % 64,8 % 116,2 % 94,8 % 82,2 % 47,1 %
Fonte: PNAD/IBGE; Elaborado por INEP/DTDIE

Alunos no turno noturno (%)
Nota Informativa: MEC/INEP

  Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Rio Grande do Norte (2009) 0,2 % 7,6 % 41,9 %
Região Nordeste (2009) 0,6 % 8,5 % 40,0 %
Brasil (2009) 0,4 % 4,4 % 37,0 %
Fonte: MEC/INEP
Crianças (10 a 14 anos) com mais de dois anos de atraso escolar
Nota Informativa: PNAD/IBGE

Rio Grande do Norte (2009) 22,0 %
Região Nordeste (2009) 20,7 %
Brasil (2009) 13,0 %
Fonte: PNAD/IBGE
Defasagem escolar média em anos de estudo (Crianças entre 10 e 14 anos)
Nota Informativa: PNAD/IBGE

Rio Grande do Norte (2009) 1,4
Região Nordeste (2009) 1,4
Brasil (2009) 1,1
Fonte: PNAD/IBGE
Escolaridade média em anos de estudo (pessoas de 25 anos ou mais)
Nota Informativa: PNAD/IBGE

Rio Grande do Norte (2009) 6,1
Região Nordeste (2009) 5,8
Brasil (2009) 7,2
Fonte: PNAD/IBGE
Número médio de séries concluídas
Nota Informativa: MEC/INEP/DTDIE

  Ens. Fundamental Ensino Médio Total 4 a 17 anos
Rio Grande do Norte (2005) 6,1 2,5 7,2
Região Nordeste (2005) 5,6 2,3 6,4
Brasil (2005) 6,3 2,3 7,4
Fonte: MEC/INEP/DTDIE
Taxa de distorção idade-conclusão
Nota Informativa: MEC/INEP/DTDIE

  Ens. Fundamental Ensino Médio
Rio Grande do Norte (2005) 62,2 % 50,6 %
Região Nordeste (2005) 71,4 % 58,0 %
Brasil (2005) 59,2 % 36,9 %
Fonte: MEC/INEP/DTDIE
Média de alunos por turma e horas-aula diárias
Nota Informativa
 Média de horas-aula diária
MEC/INEP
 Média de alunos por turma
MEC/INEP/DTDIE

  Creche Pré-Escola Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Média de horas-aula diária (2009) 5,0 4,4 4,4 4,4 4,1
Região Nordeste (2009) 5,6 4,1 4,1 4,2 4,2
Brasil (2009) 7,8 4,7 4,3 4,5 4,5
Média de alunos por turma (2009) 20,5 19,5 23,2 28,6 34,3
Região Nordeste (2009) 19,9 18,8 23,8 29,6 33,2
Brasil (2009) 15,3 19,1 24,2 29,6 32,1
Média de horas-aula diária - Fonte: MEC/INEP
 
Média de alunos por turma - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
Taxas de aprovação, abandono, evasão, promoção, repetência, reprovação e distorção idade-série
Nota Informativa
 
Taxa de evasão
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de distorção idade-série
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de promoção
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de repetência
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de aprovação
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de reprovação
MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de abandono
MEC/INEP/DTDIE

  Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Taxa de evasão (2005) 8,7 % 10,3 % 2,9 %
Região Nordeste (2005) 11,4 % 15,0 % 3,3 %
Brasil (2005) 7,4 % 14,1 % 3,4 %
Taxa de distorção idade-série (2009) 34,2 % 28,1 % 36,9 %
Região Nordeste (2009) 32,5 % 32,5 % 40,2 %
Brasil (2009) 23,0 % 25,0 % 30,4 %
Taxa de promoção (2005) 63,5 % 71,8 % 81,0 %
Região Nordeste (2005) 68,7 % 66,3 % 80,5 %
Brasil (2005) 78,3 % 68,5 % 81,8 %
Taxa de repetência (2005) 27,8 % 17,9 % 16,1 %
Região Nordeste (2005) 19,9 % 18,7 % 16,2 %
Brasil (2005) 14,3 % 17,4 % 14,8 %
Taxa de aprovação (2009) 83,2 % 70,0 % 71,1 %
Região Nordeste (2009) 83,6 % 75,5 % 74,3 %
Brasil (2009) 88,5 % 81,3 % 75,9 %
Taxa de reprovação (2009) 13,0 % 20,1 % 8,0 %
Região Nordeste (2009) 12,4 % 15,6 % 9,3 %
Brasil (2009) 9,2 % 13,4 % 12,6 %
Taxa de abandono (2009) 3,8 % 9,9 % 20,9 %
Região Nordeste (2009) 4,0 % 8,9 % 16,4 %
Brasil (2009) 2,3 % 5,3 % 11,5 %
Taxa de evasão - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de distorção idade-série - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de promoção - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de repetência - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de aprovação - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de reprovação - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Taxa de abandono - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
Tempo médio de permanência no sistema e esperado para conclusão
Nota Informativa
 
Tempo médio de permanência no sistema (anos)
MEC/INEP/DTDIE
 
Tempo médio esperado para a conclusão
MEC/INEP/DTDIE

  Ens. Fundamental Ensino Médio Total 4 a 17 anos
Tempo médio de permanência no sistema (anos) (2005) 8,9 3,5 10,5
Região Nordeste (2005) 8,2 3,4 9,4
Brasil (2005) 8,2 3,3 9,7
Tempo médio esperado para a conclusão (2005) 11,2 4,0 15,2
Região Nordeste (2005) 11,1 4,0 15,2
Brasil (2005) 10,0 3,8 13,9
Tempo médio de permanência no sistema (anos) - Fonte: MEC/INEP/DTDIE
 
Tempo médio esperado para a conclusão - Fonte: MEC/INEP/DTDIE

ENEM (desempenho médio)
Nota Informativa: MEC/INEP

  3ª Série EM - Prova Objetiva 3ª Série EM - Redação Egresso - Prova Objetiva Egresso - Redação
Rio Grande do Norte (2005) 31,09 49,96 34,74 54,90
Região Nordeste (2005) 30,69 50,41 35,71 56,14
Brasil (2005) 34,15 52,71 39,51 57,53
Fonte: MEC/INEP
SAEB (desempenho médio)
Nota Informativa: MEC/INEP

  4ª/5º EF - Port. 4ª/5º EF - Mat. 8ª/9º EF - Port. 8ª/9º EF - Mat. 3ª EM - Port. 3ª EM - Mat.
Rio Grande do Norte (2009) 171,1 188,3 235,9 242,0 256,9 259,7
Região Nordeste (2009) 167,3 184,0 232,4 235,9 258,4 261,3
Brasil (2009) 184,3 204,3 244,0 248,7 268,8 274,7
Fonte: MEC/INEP
IDEB
Nota Informativa
 
MEC/INEP
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um indicador da qualidade da Educação desenvolvido pelo Ministério da Educação. Seus valores variam de 1 a 10, e o objetivo do MEC é que o Brasil alcance o Ideb 6, no Ensino Fundamental I, até 2022.
Para o Ensino Fundamental, os dados do Brasil e Regiões englobam escolas públicas (urbanas e rurais) e escolas privadas (urbanas e rurais). Para as Unidades da Federação foram consideradas as escolas públicas (urbanas e rurais) e escolas privadas (urbanas e rurais), com exceção dos estados da Região Norte, em que a rede privada não foi incluída por questões amostrais. Para municípios foram consideradas apenas as escolas públicas no cálculo do Ideb.
Para o Ensino Médio, os dados do Brasil e Regiões englobam escolas públicas e particulares da zona urbana. Para as Unidades da Federação foram consideradas as escolas públicas e privadas da zona urbana, com exceção dos estados da Região Norte, em que a rede privada não foi incluída por questões amostrais. Para o Ensino Médio, o Ideb só pode ser calculado para Unidade da Federação, Região e Brasil.
Os dados por Escola, se referem às escolas públicas que oferecem Ensino Fundamental regular e possuam pelo menos 20 alunos matriculados nas séries avaliadas (4ª série/5 º ano e 8ª série/9º ano), conforme declaração prestada ao Censo Escolar.

  Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Rio Grande do Norte (2009) 3,9 3,3 3,1
Região Nordeste (2009) 3,8 3,4 3,3
Brasil (2009) 4,6 4,0 3,6
Fonte: MEC/INEP
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um indicador da qualidade da Educação desenvolvido pelo Ministério da Educação. Seus valores variam de 1 a 10, e o objetivo do MEC é que o Brasil alcance o Ideb 6, no Ensino Fundamental I, até 2022.
Para o Ensino Fundamental, os dados do Brasil e Regiões englobam escolas públicas (urbanas e rurais) e escolas privadas (urbanas e rurais). Para as Unidades da Federação foram consideradas as escolas públicas (urbanas e rurais) e escolas privadas (urbanas e rurais), com exceção dos estados da Região Norte, em que a rede privada não foi incluída por questões amostrais. Para municípios foram consideradas apenas as escolas públicas no cálculo do Ideb.
Para o Ensino Médio, os dados do Brasil e Regiões englobam escolas públicas e particulares da zona urbana. Para as Unidades da Federação foram consideradas as escolas públicas e privadas da zona urbana, com exceção dos estados da Região Norte, em que a rede privada não foi incluída por questões amostrais. Para o Ensino Médio, o Ideb só pode ser calculado para Unidade da Federação, Região e Brasil.
Os dados por Escola, se referem às escolas públicas que oferecem Ensino Fundamental regular e possuam pelo menos 20 alunos matriculados nas séries avaliadas (4ª série/5 º ano e 8ª série/9º ano), conforme declaração prestada ao Censo Escolar.
Índice de Desenvolvimento Infantil (IDI)
Nota Informativa: UNICEF

Rio Grande do Norte (2007) 0,605
Região Nordeste (2006) 0,647
Brasil (2006) 0,733
Fonte: UNICEF
 
Produto Interno Bruto (PIB)
Nota Informativa: IBGE

Rio Grande do Norte (2008) R$ 25.481.448,00
Região Nordeste (2008) R$ 397.502.594,00
Brasil (2009) R$ 3.143.014.695,00
Fonte: IBGE
Renda Domiciliar Per Capita
Nota Informativa: IBGE
Para Brasil, Estados e Regiões Administrativas, esse indicador representa a renda domiciliar per capita, ou seja, a média da renda total dos domicílios dividida pelo total de moradores dos domicílios. Para os Municípios esse indicador representa a renda per capita, total da renda do município dividida pelo total de habitantes do município.

Rio Grande do Norte (2009) R$ 458,00
Região Nordeste (2009) R$ 396,00
Brasil (2009) R$ 632,00
Fonte: IBGE
Para Brasil, Estados e Regiões Administrativas, esse indicador representa a renda domiciliar per capita, ou seja, a média da renda total dos domicílios dividida pelo total de moradores dos domicílios. Para os Municípios esse indicador representa a renda per capita, total da renda do município dividida pelo total de habitantes do município.
Investimento direto em Ed. Básica
Nota Informativa
 
Média por aluno
INEP/MEC, IPEA/DISOC e IBGE
Os dados do Brasil referem-se aos dados divulgados pelo Inep, já os dados das Unidades da Federação referem-se aos gastos divulgados pelo SIOPE (Sistema de Informações sobre orçamentos públicos em Educação) de gastos com manutenção e desenvolvimento do ensino (MDE) por aluno. Os dados estão disponíveis apenas para  o Total da Educação Básica, pois a divisão feita pelo SIOPE das etapas de ensino difere da divisão feita pelo Movimento. Além disso, para algumas Unidades da Federação os dados do SIOPE não estão perfeitamente alinhados com os dados do Inep.

  Ed. Infantil Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio Total 4 a 17 anos
Média por aluno (2009) - - - - R$ 2.038,18
Brasil (2009) R$ 2.257,00 R$ 3.177,00 R$ 3.314,00 R$ 2.317,00 R$ 2.948,00
Média por aluno - Fonte: INEP/MEC, IPEA/DISOC e IBGE
Os dados do Brasil referem-se aos dados divulgados pelo Inep, já os dados das Unidades da Federação referem-se aos gastos divulgados pelo SIOPE (Sistema de Informações sobre orçamentos públicos em Educação) de gastos com manutenção e desenvolvimento do ensino (MDE) por aluno. Os dados estão disponíveis apenas para  o Total da Educação Básica, pois a divisão feita pelo SIOPE das etapas de ensino difere da divisão feita pelo Movimento. Além disso, para algumas Unidades da Federação os dados do SIOPE não estão perfeitamente alinhados com os dados do Inep. 
Docentes com Curso Superior
Nota Informativa: MEC/INEP/DTDIE

  Creche Pré-Escola Ens. Fundamental - anos iniciais Ens. Fundamental - anos finais Ensino Médio
Rio Grande do Norte (2009) 34,6 % 43,7 % 58,3 % 71,9 % 80,0 %
Região Nordeste (2009) 26,9 % 28,8 % 40,4 % 59,2 % 81,2 %
Brasil (2009) 46,2 % 49,9 % 61,3 % 78,5 % 91,3 %
Fonte: MEC/INEP/DTDIE